Sessão da Aleam é suspensa após "bate boca" entre Josué Neto e Alessandra Campêlo



Mais uma vez a Sessão virtual da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), foi suspensa em razão de um "bate boca" entre os deputados Josué Neto (PRTB), presidente da Casa e sua vice, deputada Alessandra Campêlo (MDB). O motivo que causou a suspensão por cinco minutos da Sessão desta quinta-feira (18), foi uma questão de ordem solicitada por Alessandra, pedindo ao plenário que votasse de imediato a proposta de realizar as Sessões híbridas (presenciais e à distância), o que não foi antedido por Josué Neto, causando assim o bate boca entre os deputados.


A deputada mdebista voltou, então, a interromper Neto exigindo que sua questão de ordem fosse apreciada e que a votação iniciasse naquele momento, e Neto ignorou dizendo que a Alessandra teria a resposta por escrito “ainda hoje” e Campêlo respondeu: “A minha questão é para o plenário, presidente. Não é para vossa excelência”.


A discussão se intensificou quando Josué Neto passou a fala ao deputado Dermilson Chagas (Podemos), no qual foi interrompido em seguida pela deputada. “Deputado Dermilson, a minha questão de ordem está na vez. O senhor fala depois que a minha for dirimida pelo plenário. É isso que não pode, gente”, questionou a parlamentar.


Campêlo pediu, novamente, que a questão de ordem fosse votada e Neto disse que concederia mais 5 minutos para que a deputada falasse. “Fique à vontade. Vossa excelência é acostumada a tumultuar a sessão. Vossa excelência está treinada a tumultuar a sessão, daqui a pouco isso aqui vira nuvem”, disse o presidente.


Josué Neto cortou, então, o microfone de Alessandra, que dizia que não estava tumultuando e queria apenas “poder ir à Assembleia”. Após a discussão, o presidente disse que a Mesa Diretora deve realizar reunião virtual na segunda-feira (22), para debater o tema.


Essa troca de farpas entre os dois parlamentares, virou normalidade durante as Sessões da Aleam, principalmente quando o assunto envolve o processo de impeachment suspenso do Governador do Estado Wilson Lima (PSC), e seu vice, Carlos Almeida (PTB), e a composição dos membros escolhidos por Neto para integrar a CPI da saúde.


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